Cuidados paliativos e os idosos
O cuidado paliativo, resume-se basicamente em qualidade em prevenir e aliviar o sofrimento, não é cura, mas sim um "prevenir e remediar", amenizando ao máximo as dores, não apenas físicas, do paciente, para que o mesmo possa viver tudo o que há de bom, viver com qualidade, amar a vida o quanto lhe resta.
O carinho, a atenção, o amor, o cuidar, a companhia, o toque, simplesmente escutar ou falar e até outro pequeno gesto qualquer pode, de fato, curar feridas, sejam físicas ou da alma, surge o sentido da palavra humanização. Trabalhar com pessoas, seres humanos, exige humanização, somos a cura, mas podemos também ser a doença, por isso a relevância de atuar nos cuidados paliativos a idosos sem moderar na humanização, isso é ir muito além do que tratar de doenças, o qual não é o objetivo único a seguir nos cuidados paliativos, mas sim entender o paciente como um ser que necessita cuidados além do tradicional, é tratá-lo em todas as suas dimensões e emoções, tocá-lo.
E por que trabalhar com cuidados paliativos?
Em um momento de fragilidade, todos querem se sentir acolhidos, vistos, seguros, inseridos. É importante que a família também colabore, esteja presente e faça parte de tudo.
CITAÇÕES
Cuidados paliativos são ações realizadas por uma equipe de multiprofissionais que tem como objetivo a melhoria da qualidade de vida dos pacientes que passam por uma situação de doenças que ameaçam a sua vida e seu bem-estar. Essa prestação de serviço nada mais é que procurar a maneira mais humana de proporcionar o conforto e suporte para os pacientes sem prognostico. (ANCP, 2012).
O cuidados paliativos é integrada por ações de uma equipe de multiprofissionais, que a proposta consiste o alívio a dor e o sofrimento do individuo em todos os aspectos seja físico, mental, espiritual, e social. A compreensão multideterminada do adoecimento proporcionar à equipe uma atuação ampla observação e analise dos aspectos envolvido no problema enfrentado pelo paciente. (HERMES; LAMARCA, 2013).
Para que seja ofertado um tratamento humanizado o profissional da saúde é necessário que conheça a necessidade e limitação de cada cliente, estabelecendo uma relação de confiança e amizade com o idoso. A enfermagem tem a função de promove e assegurar a satisfação ao seu cliente, buscando a promoção da saúde, agindo com eficiência nas prevenções de doenças que velha surgir e nas debilidade físicas( FRAGOSO, 2008).
O enfermeiro é o principal responsável por promover uma assistência de qualidade e de satisfação no atendimento, usando estratégia com suas habilidades e conhecimento para atender esse público que a cada dia vem aumentando de forma gradativa e que necessita de um atendimento humanizado , pois o envelhecimento provoca no idoso a descriminação a si mesmo, então este paciente quando é m recebido nas unidades de saúde portanto, prestar um cuidado de qualidade e de competência ao paciente idoso diferenciado na fase terminal de vida é responsabilidade de todos os profissionais da área da saúde, um conjunto de multiprofissionais e cada um em sua área de especialização. O enfermeiro tem capacidade e habilidade técnico-cientifica para realizar um cuidado de competência, podendo assim dar uma assistência aos sinais e sintomas apresentado ao indivíduo em suas múltiplas dimensões na arte do cuidar do ser humano (CANEPA et al., 2014).
O cuidado paliativo deu-se inicio na Inglaterra, no ano de 1967, pela enfermeira e médica Cicely Saunders a mesma criou uma forma de cuidar dos pacientes que vivenciavam a proximidade com a morte perante um ambiente onde o sofrimento e a dor eram constantes, diante desse cenário, foi proposto um cuidado integral ao paciente. Onde o principal objetivo relacionado aos cuidados paliativos é o de proteger, ampara e abrigar o paciente mesmo sabendo que a cura de determinada doença não será mais alcançada (ANDRADE, et al, 2013).
Entretanto no Brasil, o cuidado paliativo ainda é pouco prestado e teve seu inicio em meados de 2005, pois esse tipo de serviço requer um sistema de implementação de modelo padronizado para que seja garantindo uma assistência de qualidade com eficiência e de alta produtividade. (ANPC, 2012).
O carinho, a atenção, o amor, o cuidar, a companhia, o toque, simplesmente escutar ou falar e até outro pequeno gesto qualquer pode, de fato, curar feridas, sejam físicas ou da alma, surge o sentido da palavra humanização. Trabalhar com pessoas, seres humanos, exige humanização, somos a cura, mas podemos também ser a doença, por isso a relevância de atuar nos cuidados paliativos a idosos sem moderar na humanização, isso é ir muito além do que tratar de doenças, o qual não é o objetivo único a seguir nos cuidados paliativos, mas sim entender o paciente como um ser que necessita cuidados além do tradicional, é tratá-lo em todas as suas dimensões e emoções, tocá-lo.
E por que trabalhar com cuidados paliativos?
Em um momento de fragilidade, todos querem se sentir acolhidos, vistos, seguros, inseridos. É importante que a família também colabore, esteja presente e faça parte de tudo.
CITAÇÕES
Cuidados paliativos são ações realizadas por uma equipe de multiprofissionais que tem como objetivo a melhoria da qualidade de vida dos pacientes que passam por uma situação de doenças que ameaçam a sua vida e seu bem-estar. Essa prestação de serviço nada mais é que procurar a maneira mais humana de proporcionar o conforto e suporte para os pacientes sem prognostico. (ANCP, 2012).
O cuidados paliativos é integrada por ações de uma equipe de multiprofissionais, que a proposta consiste o alívio a dor e o sofrimento do individuo em todos os aspectos seja físico, mental, espiritual, e social. A compreensão multideterminada do adoecimento proporcionar à equipe uma atuação ampla observação e analise dos aspectos envolvido no problema enfrentado pelo paciente. (HERMES; LAMARCA, 2013).
Para que seja ofertado um tratamento humanizado o profissional da saúde é necessário que conheça a necessidade e limitação de cada cliente, estabelecendo uma relação de confiança e amizade com o idoso. A enfermagem tem a função de promove e assegurar a satisfação ao seu cliente, buscando a promoção da saúde, agindo com eficiência nas prevenções de doenças que velha surgir e nas debilidade físicas( FRAGOSO, 2008).
O enfermeiro é o principal responsável por promover uma assistência de qualidade e de satisfação no atendimento, usando estratégia com suas habilidades e conhecimento para atender esse público que a cada dia vem aumentando de forma gradativa e que necessita de um atendimento humanizado , pois o envelhecimento provoca no idoso a descriminação a si mesmo, então este paciente quando é m recebido nas unidades de saúde portanto, prestar um cuidado de qualidade e de competência ao paciente idoso diferenciado na fase terminal de vida é responsabilidade de todos os profissionais da área da saúde, um conjunto de multiprofissionais e cada um em sua área de especialização. O enfermeiro tem capacidade e habilidade técnico-cientifica para realizar um cuidado de competência, podendo assim dar uma assistência aos sinais e sintomas apresentado ao indivíduo em suas múltiplas dimensões na arte do cuidar do ser humano (CANEPA et al., 2014).
O cuidado paliativo deu-se inicio na Inglaterra, no ano de 1967, pela enfermeira e médica Cicely Saunders a mesma criou uma forma de cuidar dos pacientes que vivenciavam a proximidade com a morte perante um ambiente onde o sofrimento e a dor eram constantes, diante desse cenário, foi proposto um cuidado integral ao paciente. Onde o principal objetivo relacionado aos cuidados paliativos é o de proteger, ampara e abrigar o paciente mesmo sabendo que a cura de determinada doença não será mais alcançada (ANDRADE, et al, 2013).
Entretanto no Brasil, o cuidado paliativo ainda é pouco prestado e teve seu inicio em meados de 2005, pois esse tipo de serviço requer um sistema de implementação de modelo padronizado para que seja garantindo uma assistência de qualidade com eficiência e de alta produtividade. (ANPC, 2012).
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